Placa de experimentos com PIC

Olá humano!

Algumas vezes (não foram poucas) pessoas próximas me pedem para ‘ensinar’ a programar microcontroladores PIC. Decidi então colocar alguns posts por aqui, ensinando algumas coisas destes microcontroladores.

Vamos começar pelo começo (ao menos neste post). PIC é uma família (muito grande) de microcontroladores fabricados pela empresa Microchip. Eles podem vir nos sabores núcleos de 8, 16 e 32 bits, e também existem os DSP (Digital Signal Processors), que são outra historia a parte.

Como normalmente as maiores duvidas são de iniciantes neste ramo (microcontroladores), resolvi fazer uma placa que usasse um PIC de 8 bits, bastante conhecido, com muito material disponível na internet, mas que nem por isso é limitado, o PIC18F4550. Este microcontrolador pode funcionar até 48MHz de clock, o que resulta em um processamento de 12 MIPS (Milhões de Instruções por Segundo), uma vez que a arquitetura da Microchip utiliza 4 ciclos de clock para cada instrução. Continue lendo “Placa de experimentos com PIC”

GPIB no Delphi (placa da National)

Olá humano!

Demora em escrever à parte (ainda estou no final da graduação, peguem leve comigo! rs), vou colocar um pequeno passo, porém pode ser de grande valia para mais alguém, em sobre a comunicação GPIB em Delphi (ou Kylix, ou Lazarus).

Bom para quem não conhece o GPIB (General Purpose Interface Bus), ou ainda HP-IB ou IEEE-488, foi desenvolvido pela Hewlett-Packard (HP) na década de 60, por isso já foi conhecido (naquela época) por HPIB (Hewlett-Packard Instrument Bus), para a interface com seus instrumentos de medição. Alguns anos depois, a HP licenciou este protocolo que foi bastante usado por outros fabricantes de equipamentos de teste e medição. Posteriormente, em 1975, o IEEE (Institute of Electrical and Electronics Engineers) padronizou este barramento.

Cabo GPIB
Figura 01: Cabo GPIB

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Andando entre transistores.

Olá humano!

Hoje começo escrever um post que deve iniciar uma serie onde iremos ‘passear’ pelos circuitos integrados, seus (menores) detalhes, processos de fabricação e curiosidades.

Para mim, isso tudo começou quando descobri como eram fabricados estes componentes que tanto usamos, e que literalmente, são pequenas ‘caixas pretas’, onde dentro do involucro (normalmente uma resina epóxi) existe um grande circuito eletrônico condensado numa pequena área, e que temos acesso somente aos seus terminais (Figura 01). Toda a magica o funcionamento acontece em um ponto o qual não vemos, pelo menos até agora.

Circuito Integrado
Figura 01: A ‘alma’ do circuito integrado. [Photo by: Yellowcloud via StockPholio.com]
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