Célula padrão de tensão – Weston cell

Olá humano!

Recentemente adquiri um relógio atômico (de Rubídio), e quando fui buscar, o vendedor (e cada vez mais um amigo), me presenteou com uma Weston Standard Cell, que até aquele momento eu não conhecia.

Weston Cell
Figura 01: Weston Cell

Como ele mesmo me sugeriu, decidi escrever sobre ela aqui no blog pois achei muito interessante conhecer sobre este passado da metrologia da nossa área. Continue lendo “Célula padrão de tensão – Weston cell”

Curso PIC – I

Olá humano!

Após ter apresentado a placa de experimentos, vou dar sequencia com um post sobre como utilizar o compilador MikroPascal PRO PIC este compilador pode ser obtido no website do fabricante (www.mikroe.com) e instalado de forma gratuita, a ‘única’ (mas não pequena) limitação é o tamanho do código compilado, que na versão gratuita é de até 2kwords (ou 2 mil palavras de instrução), o que é suficiente para pequenos programas, principalmente para aprendizado.

Utilizo este compilador, por ser bastante simples, com um ótimo help (arquivo de ajuda) extremamente bem ilustrado e com boas bibliotecas. O fabricante é europeu, e desenvolve também compiladores em Basic e C, para toda a linha da Microchip e alguns outros microcontroladores. Continue lendo “Curso PIC – I”

Reparo do display de um gerador de funções 33522A

Olá humano!

Após um longo e tenebroso inverno (de inverno não teve nada, somente um calor infernal e uma estiagem de fazer inveja ao Saara!), estou de volta.

Na ultima semana, adquiri um novo equipamento. Um gerador de funções da Agilent (hoje Keysight) modelo 33522A. Um gerador de funções e sinais arbitrários, com banda de 30MHz e dois canais. Uma coisa muito bonita de se ver (e usar).

Porem, como este equipamento ficou muito tempo parado (desde o final de 2011), e fora da sua embalagem original (sabe-se lá por onde andou, e a que pancadas foi submetido) quando fui compra-lo embora seu self-test tenha dado positivo, isto é, nenhum erro, seu display estava com uma coloração verde muito suspeita. Decidi no momento da compra que o fato do display estar com coloração diferente versus o desconto (grande) no valor junto ao fato de não haver erros no self-test era um ‘defeito’ aceitável.

Porem ao chegar em casa, no domingo, decidi que devido ao meu TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo) eu não conseguiria ficar muito tempo com o display da maneira que se encontrava, e decidi tentar repara-lo.

Como não estava pensando em fazer um post sobre isto, somente fiz uma foto do equipamento com o display esverdeado, que pode ser vista abaixo:

Display com 'defeito'
Figura 01: Display com ‘defeito’

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Placa de experimentos com PIC

Olá humano!

Algumas vezes (não foram poucas) pessoas próximas me pedem para ‘ensinar’ a programar microcontroladores PIC. Decidi então colocar alguns posts por aqui, ensinando algumas coisas destes microcontroladores.

Vamos começar pelo começo (ao menos neste post). PIC é uma família (muito grande) de microcontroladores fabricados pela empresa Microchip. Eles podem vir nos sabores núcleos de 8, 16 e 32 bits, e também existem os DSP (Digital Signal Processors), que são outra historia a parte.

Como normalmente as maiores duvidas são de iniciantes neste ramo (microcontroladores), resolvi fazer uma placa que usasse um PIC de 8 bits, bastante conhecido, com muito material disponível na internet, mas que nem por isso é limitado, o PIC18F4550. Este microcontrolador pode funcionar até 48MHz de clock, o que resulta em um processamento de 12 MIPS (Milhões de Instruções por Segundo), uma vez que a arquitetura da Microchip utiliza 4 ciclos de clock para cada instrução. Continue lendo “Placa de experimentos com PIC”

GPIB no Delphi (placa da National)

Olá humano!

Demora em escrever à parte (ainda estou no final da graduação, peguem leve comigo! rs), vou colocar um pequeno passo, porém pode ser de grande valia para mais alguém, em sobre a comunicação GPIB em Delphi (ou Kylix, ou Lazarus).

Bom para quem não conhece o GPIB (General Purpose Interface Bus), ou ainda HP-IB ou IEEE-488, foi desenvolvido pela Hewlett-Packard (HP) na década de 60, por isso já foi conhecido (naquela época) por HPIB (Hewlett-Packard Instrument Bus), para a interface com seus instrumentos de medição. Alguns anos depois, a HP licenciou este protocolo que foi bastante usado por outros fabricantes de equipamentos de teste e medição. Posteriormente, em 1975, o IEEE (Institute of Electrical and Electronics Engineers) padronizou este barramento.

Cabo GPIB
Figura 01: Cabo GPIB

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